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Madness, uma das bandas britânicas mais conhecidas no seu estilo, anuncia o lançamento do seu 13.º álbum: Theatre Of the Absurd Presents C’Est La Vie. Passados sete anos, desde o seu último trabalho, o aguardado álbum foi lançado no passado mês de novembro.

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Depois de estrear na Zoe Ball’s Radio 2 Breakfast Show, o primeiro single deste novo álbum foi  C’Est La Vie. Com uma estranha sensação no ar, este trabalho é um reflexo dos perigos da vida quotidiana. De acordo com o compositor e teclista Mike ‘Barso’ Barson, a faixa que dá título ao álbum é “sobre estes tempos loucos em que vivemos atualmente, e ao facto de apenas querer ficar no meu barco de forma a não fazer parte desta loucura. Mas é verdade que, sou membro de um grupo chamado Madness. Talvez o nome ideal talvez fosse ‘Sanidade’”. 

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Após alguns anos durante os quais a banda se fragmentou, os Madness reuniram-se no início deste ano, num complexo industrial emCricklewood,onde Suggs, Mark, Chrissy Boy, Mike, Lee e Woody emergiram com mais energia e revigorados, com um novo impulso no seu louco passo, e o resultado foi a mais harmoniosa experiência que tiveram até o momento. Pela primeira vez, um novo álbum foi lançado e todos concordaram. Theatre Of The Absurd Presents C’Est La Vie é o álbum de estreia da banda com produção própria, tendo trabalhado ao lado do engenheiro de som e mixer Matt Galsbey (Ed Sheeran, Maisie Peters, Rag’N’Bone Man).

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Após alguns anos durante os quais a banda se fragmentou, os Madness reuniram-se no início deste ano, num complexo industrial emCricklewood,onde Suggs, Mark, Chrissy Boy, Mike, Lee e Woody emergiram com mais energia e revigorados, com um novo impulso no seu louco passo, e o resultado foi a mais harmoniosa experiência que tiveram até o momento. Pela primeira vez, um novo álbum foi lançado e todos concordaram. Theatre Of The Absurd Presents C’Est La Vie é o álbum de estreia da banda com produção própria, tendo trabalhado ao lado do engenheiro de som e mixer Matt Galsbey (Ed Sheeran, Maisie Peters, Rag’N’Bone Man).

Pela primeira vez, um novo álbum foi lançado e todos concordaram.

Após alguns anos durante os quais a banda se fragmentou, os Madness reuniram-se no início deste ano, num complexo industrial emCricklewood,onde Suggs, Mark, Chrissy Boy, Mike, Lee e Woody emergiram com mais energia e revigorados, com um novo impulso no seu louco passo, e o resultado foi a mais harmoniosa experiência que tiveram até o momento. Pela primeira vez, um novo álbum foi lançado e todos concordaram. Theatre Of The Absurd Presents C’Est La Vie é o álbum de estreia da banda com produção própria, tendo trabalhado ao lado do engenheiro de som e mixer Matt Galsbey (Ed Sheeran, Maisie Peters, Rag’N’Bone Man).

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Pela primeira vez, um novo álbum foi lançado e todos concordaram.


O conceito que está por detrás de Theatre Of The Absurd Presents C’Est La Vie é “let Madness be Madness”. O resultado é um álbum tipicamente de brilho atemporal, mas que também reflete os anos instáveis da sua criação. Estas 14 canções representam a nata da coleção abundante de músicas que o grupo preparou, e que se reduziram a este grupo enérgico e focado. Há momentos de excelência de um estilo pop cativante (o carrossel sedutor e agridoce do baterista Daniel ‘Woody’ Woodgate’s em Round We Go, e o hino anárquico que talvez justifique uma paranoia de Chrissy-Boy’s em Run For Your Life), sendo o álbum completado com duas das melhores composições de Suggs.


 O conceito que está por detrás de Theatre Of The Absurd Presents C’Est La Vie é “let Madness be Madness”. O resultado é um álbum tipicamente de brilho atemporal, mas que também reflete os anos instáveis da sua criação. Estas 14 canções representam a nata da coleção abundante de músicas que o grupo preparou, e que se reduziram a este grupo enérgico e focado. Há momentos de excelência de um estilo pop cativante (o carrossel sedutor e agridoce do baterista Daniel ‘Woody’ Woodgate’s em Round We Go, e o hino anárquico que talvez justifique uma paranoia de Chrissy-Boy’s em Run For Your Life), sendo o álbum completado com duas das melhores composições de Suggs.