Museu Nacional Grão Vasco: Reservas em Bruto

Cascais e a sua Fundação D. Luís I – Centro Cultural de Cascais, prepara-se para receber a exposição “Museu Nacional Grão Vasco: Reservas em Bruto – Pintura e Escultura dos séculos XVI e XVII”, já a partir deste março.

No âmbito da celebração do primeiro centenário do Museu Nacional Grão Vasco, a Câmara Municipal de Cascais e a Fundação D. Luís I preparam-se para apresentar a exposição “Museu Nacional Grão Vasco: Reservas em Bruto”. A exposição, que apresentará obras de pintura e escultura dos séculos XVI e XVII, de incalculável valor, torna visível uma seleção de obras provenientes das (generosas) Reservas do Museu que, por opção do discurso museológico e gestão do espaço, não se encontram expostas ao público, em permanência, na sua casa mãe, em Viseu.

O percurso expositivo encontrar-se-á dividido por seis momentos, a saber: “A partir de Grão Vasco”, “Olhar um olhar”, “Espaço absoluto”, “Composições retabulares”, “Imaginária devocional” e, por fim, “O toque do invisível”, um espaço dedicado a conteúdos multimedia onde será possível conhecer obras do espólio do Museu Nacional Grão Vasco que não estão fisicamente representadas no Centro Cultural de Cascais.

Desde a sua fundação, em 1916, que o museu viseense foi acumulando diversas obras de arte e a parceria, recentemente celebrada, entre a Fundação D. Luís I e o Museu Nacional Grão Vasco – que teve, como primeiro passo, a apresentação no Centro Cultural de Cascais de sessenta peças do acervo de Ícones Russos da colecção do Museu Nacional Grão Vasco intitulada “O Triunfo da Ortodoxia” – “representa e consolida vontades que, sendo comuns, reflectem valores maiores da identidade cultural, convidando à reflexão sobre os princípios da vivência humana onde o Conhecimento e a Cultura constituem, desde sempre, a vertente essencial“.

A exposição “Museu Nacional Grão Vasco: Reservas em Bruto” estará patente no Centro Cultural de Cascais (Av. Rei Humberto II de Itália, Cascais) de 19 de março a 19 de junho de 2016. Uma viagem na história da arte que é, sempre, a não perder. Peças únicas, património que é nosso, um Museu que viaja de Viseu até Cascais para mostrar o seu espólio singular. A visitar! •

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