Conversa do Desassossego (um Oxímoro com Fumaça) / Marionet

No contexto da preparação para o seu próximo espetáculo “Oxímoro, entre Solstícios e Equinócios”, a companhia de teatro Marionet organiza “Conversa do Desassossego (um Oxímoro com Fumaça)”, um encontro com o podcast de jornalismo de investigação que nasceu, em 2016, com o propósito, cada vez mais pertinente, de tratar diversos temas de forma demorada e aprofundada. No seu estatuto editorial assumem-se como um órgão de comunicação independente, progressista e dissidente.

Esta Sessão Coletiva de Escuta, à qual se seguirá uma conversa informal, terá como base um dos episódios da série “Desassossego”, que aborda a saúde mental através de ângulos que vão desde experiências pessoais, à política, comparando as promessas com o que é, de facto, levado à prática.

O evento acontecerá no dia 09 de março, pelas 16h00, na sede da Marionet, contando com a presença de Margarida David Cardoso e Bernardo Afonso, jornalistas da equipa do Fumaça.

A entrada é gratuita, sendo a lotação limitada a 30 pessoas, pelo que se aconselha a inscrição prévia, através do formulário indicado.

Local: Marionet (Rua Carlos Seixas, n.º 277, Coimbra)
Data: 09 de março de 2024
Horário: 16h00
Reservasformulário de inscrição

Sobre: Marionet 

Somos uma companhia de teatro orientada para a promoção e disseminação das culturas artística e científica, através de atividades de cruzamento entre as artes performativas e as ciências.
No nosso trabalho de investigação, criação e comunicação temos como parceiros regulares teatros e centros de investigação científica, e estamos envolvidos em diversos projetos de investigação.
O que nos move é o questionamento e a reflexão sobre o mundo apoiados neste cruzamento disciplinar. Criamos espetáculos, fazemos investigação, organizamos colóquios e leituras, damos formação, fazemos filmes, editamos livros, partilhamos um centro de documentação.

Sobre: Fumaça
Fumaça é um podcast de jornalismo de investigação independente, progressista e dissidente. Somos independentes, porque são os jornalistas a decidir os destinos da publicação, sem administrações, direções ou hierarquias. As escolhas da redação estão balizadas pelo nosso estatuto editorial, respondendo ao interesse público. Somos progressistas, porque acreditamos na liberdade, na garantia da vida digna efetivamente assegurada e que devemos ambicionar coletivamente corrigir desequilíbrios e desigualdades. Somos dissidentes, porque entendemos que há outras narrativas mediáticas para apresentar, e outras estruturas de comunicação social a construir. Assumimos-nos como um meio contra-poder, ouvindo aqueles prejudicados por sistemas de opressão, e escrutinando quem toma as decisões que os estabelecem e mantêm. O Fumaça é detido pela associação sem fins lucrativos Verdes Memórias, controlada pela redação do Fumaça.

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