O tempo marca novos vinhos e novo design

Costa Boal apresenta novidades topo de gama na casa que outrora foi de Sebastião José de Carvalho e Melo, Conde de Oeiras e Marquês de Pombal.

O Palácio do Marquês de Pombal, localizado no centro histórico de Oeiras, um solar típico do século XVIII projetado pelo arquiteto húngaro Carlos Mardel, foi o local escolhido para a apresentação das boas novas da Costa Boal. O palácio foi a residência oficial de Sebastião José de Carvalho e Melo, também conhecido por Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, obreiro da criação da Região Demarcada do Douro, em 1756, a primeira região vitivinícola do mundo oficialmente protegida e regulada. Nas palavras de António Boal, esta é “uma forma de homenagear o visionário que soube reconhecer e proteger o Douro, garantindo-lhe o estatuto e a singularidade que mantém até hoje”.

Um local emblemático onde se respira história e a prova de que a apresentação de um novo produto pode enquadrar o passado para, assim, compreendermos melhor a evolução da civilização ao longo dos tempos.

Para a longevidade

E é de tempo que falamos quando apreciamos estes vinhos, um bem que parece cada vez mais escasso, que precisa de ser valorizado. António Boal entende bem isso: “o vinho é feito de tempo. O vinho é um exercício de paciência. Não se faz em dias ou meses, mas em anos. Só assim é possível criar vinhos que refletem verdadeiramente a nossa terra e a nossa visão. Estas edições são o resultado de esperar o tempo certo para cada garrafa.”

O enólogo Paulo Nunes está em sintonia e acrescenta: “na Costa Boal acreditamos que o vinho não é apenas o reflexo de uma vindima, mas sim da capacidade de respeitar o tempo. Estes vinhos demonstram como a espera pode transformar um grande vinho em algo excecional, capaz de atravessar gerações”.

Mudança visual

E é de tempo que falamos quando apreciamos estes vinhos, um bem que parece cada vez mais escasso, que precisa de ser valorizado. António Boal entende bem isso: “o vinho é feito de tempo. O vinho é um exercício de paciência. Não se faz em dias ou meses, mas em anos. Só assim é possível criar vinhos que refletem verdadeiramente a nossa terra e a nossa visão. Estas edições são o resultado de esperar o tempo certo para cada garrafa.”

O enólogo Paulo Nunes está em sintonia e acrescenta: “na Costa Boal acreditamos que o vinho não é apenas o reflexo de uma vindima, mas sim da capacidade de respeitar o tempo. Estes vinhos demonstram como a espera pode transformar um grande vinho em algo excecional, capaz de atravessar gerações”.

Pensada pela equipa interna da Costa Boal a nova imagem destes três vinhos foi criada pela M&A Creative, empresa de design que arrecadou dois rótulos (um vinho e um azeite) premiados na edição de 2025 dos mutante awards design at wine.

A mudança tem como objetivo “honrar os pilares visuais da marca e celebrar o seu DNA cultural, profundamente enraizado na terra, na herança e no respeito pela natureza”, adianta António Boal. Elementos metálicos representativos do brasão e do busto do fundador destacam-se, tanto nos rótulos, como nas caixas feitas de madeira queimada recuperada dos incêndios de 2025. Duas tiras de pele natural, em cores que diferenciam a tipologia do vinho – vermelho e preto para tintos, verde para o branco – reforçam a identidade. Quando a tampa superior é retirada, a base transforma-se num expositor. 

“Cada detalhe foi pensado com carinho, conferindo-lhe uma textura sensorial ímpar, que convida ao toque e desperta emoções. Para além da beleza, a peça foi submetida a rigorosos testes técnicos, assegurando funcionalidade e distinção”, explica o criativo Luís Marques, da M&A Creative. 

Para beber com tempo

Contextualizada a idealização, os vinhos são feitos para beber e estes, em particular, precisam de uma boa companhia. Para o efeito, a chef transmontana Justa Nobre desenhou o “Menu Douro”, desenhado à medida destes vinhos. O festim começou com as boas-vindas, um Rolinho de sapateira com pepino e caviar. Seguiu-se o amuse-bouche com três momentos: Foie gras com uvas caramelizadas; Rojões de porco bísaro sobre torrada de pão centeio; e um Shot da clássica sopa de santola da Justa. Para acompanhar, podíamos optar entre o Costa Boal Moscatel Galego branco Douro 2024 e o Costa Boal Chardonnay branco Duriense 2024.

Para o prato de peixe, a chef Justa Nobre encantou com um Polvo confitado em azeite e tomilho com milhos de grelos numa bonita união com o Costa Boal Garrafeira Branco 2022. Já o cabrito assado à transmontana, batata assada e arroz de forno testado foi harmonizado com os vinhos Costa Boal Homenagem tinto 2011 e Costa Boal Garrafeira tinto 2017. A nossa escolha vai para o primeiro, remetendo o segundo para mais uns invernos de estágio na garrafa.

A Delícia de chocolate com molho de café aproximou-nos do final, que se fechou com o Costa Boal Porto Very Very Old (€1.826,50).

Um brinde à longa vida dos vinhos do Douro!

Costa Boal

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