Costa Boal apresenta novidades topo de gama na casa que outrora foi de Sebastião José de Carvalho e Melo, Conde de Oeiras e Marquês de Pombal.

Costa Boal Garrafeira Tinto 2017 130 euros
Costa Boal Homenagem Tinto 2011 PVP de 249 euros (relançamento depois de um estágio prolongado)
Costa Boal Garrafeira Branco 2022 PVP de 90 euros
O Palácio do Marquês de Pombal, localizado no centro histórico de Oeiras, um solar típico do século XVIII projetado pelo arquiteto húngaro Carlos Mardel, foi o local escolhido para a apresentação das boas novas da Costa Boal. O palácio foi a residência oficial de Sebastião José de Carvalho e Melo, também conhecido por Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, obreiro da criação da Região Demarcada do Douro, em 1756, a primeira região vitivinícola do mundo oficialmente protegida e regulada. Nas palavras de António Boal, esta é “uma forma de homenagear o visionário que soube reconhecer e proteger o Douro, garantindo-lhe o estatuto e a singularidade que mantém até hoje”.
Um local emblemático onde se respira história e a prova de que a apresentação de um novo produto pode enquadrar o passado para, assim, compreendermos melhor a evolução da civilização ao longo dos tempos.
Para a longevidade

António Boal e Paulo Nunes, respectivamente, produtor e enólogo
E é de tempo que falamos quando apreciamos estes vinhos, um bem que parece cada vez mais escasso, que precisa de ser valorizado. António Boal entende bem isso: “o vinho é feito de tempo. O vinho é um exercício de paciência. Não se faz em dias ou meses, mas em anos. Só assim é possível criar vinhos que refletem verdadeiramente a nossa terra e a nossa visão. Estas edições são o resultado de esperar o tempo certo para cada garrafa.”
O enólogo Paulo Nunes está em sintonia e acrescenta: “na Costa Boal acreditamos que o vinho não é apenas o reflexo de uma vindima, mas sim da capacidade de respeitar o tempo. Estes vinhos demonstram como a espera pode transformar um grande vinho em algo excecional, capaz de atravessar gerações”.
Mudança visual

Detalhe da tira de pele natural, em cores que diferenciam a tipologia do vinho – vermelho e preto para tinto, verde para o branco
E é de tempo que falamos quando apreciamos estes vinhos, um bem que parece cada vez mais escasso, que precisa de ser valorizado. António Boal entende bem isso: “o vinho é feito de tempo. O vinho é um exercício de paciência. Não se faz em dias ou meses, mas em anos. Só assim é possível criar vinhos que refletem verdadeiramente a nossa terra e a nossa visão. Estas edições são o resultado de esperar o tempo certo para cada garrafa.”
O enólogo Paulo Nunes está em sintonia e acrescenta: “na Costa Boal acreditamos que o vinho não é apenas o reflexo de uma vindima, mas sim da capacidade de respeitar o tempo. Estes vinhos demonstram como a espera pode transformar um grande vinho em algo excecional, capaz de atravessar gerações”.
Pensada pela equipa interna da Costa Boal a nova imagem destes três vinhos foi criada pela M&A Creative, empresa de design que arrecadou dois rótulos (um vinho e um azeite) premiados na edição de 2025 dos mutante awards design at wine.
A mudança tem como objetivo “honrar os pilares visuais da marca e celebrar o seu DNA cultural, profundamente enraizado na terra, na herança e no respeito pela natureza”, adianta António Boal. Elementos metálicos representativos do brasão e do busto do fundador destacam-se, tanto nos rótulos, como nas caixas feitas de madeira queimada recuperada dos incêndios de 2025. Duas tiras de pele natural, em cores que diferenciam a tipologia do vinho – vermelho e preto para tintos, verde para o branco – reforçam a identidade. Quando a tampa superior é retirada, a base transforma-se num expositor.
“Cada detalhe foi pensado com carinho, conferindo-lhe uma textura sensorial ímpar, que convida ao toque e desperta emoções. Para além da beleza, a peça foi submetida a rigorosos testes técnicos, assegurando funcionalidade e distinção”, explica o criativo Luís Marques, da M&A Creative.
Para beber com tempo
Contextualizada a idealização, os vinhos são feitos para beber e estes, em particular, precisam de uma boa companhia. Para o efeito, a chef transmontana Justa Nobre desenhou o “Menu Douro”, desenhado à medida destes vinhos. O festim começou com as boas-vindas, um Rolinho de sapateira com pepino e caviar. Seguiu-se o amuse-bouche com três momentos: Foie gras com uvas caramelizadas; Rojões de porco bísaro sobre torrada de pão centeio; e um Shot da clássica sopa de santola da Justa. Para acompanhar, podíamos optar entre o Costa Boal Moscatel Galego branco Douro 2024 e o Costa Boal Chardonnay branco Duriense 2024.
Para o prato de peixe, a chef Justa Nobre encantou com um Polvo confitado em azeite e tomilho com milhos de grelos numa bonita união com o Costa Boal Garrafeira Branco 2022. Já o cabrito assado à transmontana, batata assada e arroz de forno testado foi harmonizado com os vinhos Costa Boal Homenagem tinto 2011 e Costa Boal Garrafeira tinto 2017. A nossa escolha vai para o primeiro, remetendo o segundo para mais uns invernos de estágio na garrafa.
A Delícia de chocolate com molho de café aproximou-nos do final, que se fechou com o Costa Boal Porto Very Very Old (€1.826,50).
Um brinde à longa vida dos vinhos do Douro!


