Três Grandes Reservas e um Tawny 80 anos

Das vinhas velhas do Douro renascem novos brancos, tintos e portos de excelência.

O ser humano é um ser inquieto e é desse constante desassossego que surgem novas criações e (r)evoluções. No, Douro, a região demarcada de vinho mais antiga do mundo, existe o conhecimento e o património vitivinícola que permite uma permanente seleção de plantas e novas criações.

Na Kopke, uma das casas de vinho do Porto mais antiga, criada em 1638, ainda antes da demarcação do Douro, esse conhecimento e saber tem séculos e é passado de geração em geração.

Das vinhas velhas ao experimentalismo

São Luiz Vinhas Velhas

São Luiz Vinhas Velhas Grande Reserva Tinto 2021
Vinhas velhas em que predomina a Touriga Nacional e o Sousão. Estágio em madeira durante 16 meses em barricas de carvalho francês. Vinho elegante com boa estrutura e promessa de longevidade.

São Luiz Vinhas Velhas Rumilã Grande Reserva Tinto 2019
Rumilã é o nome de uma pequena parcela de vinhas velhas, com mais de 100 anos, da Quinta de São Luiz. Estágio em madeira durante 24 meses em barricas de carvalho francês e no mínimo mais 24 meses em garrafa. Vinho com boa estrutura, fresco e sedoso.

Winemaker’s Collection brancos

Folgazão e Rabigato Reserva Branco 2021
Depois de quatro anos de estágio em barricas de 300 litros chega agora ao mercado. Um branco poderoso ainda a precisar de tempo de garrafa que lhe dará a untuosidade, a frescura e a elegância que o 2019 tem agora.

O primeiro Tawny 80 anos da Kopke

Kopke Tawny 80 anos

A apresentação destes novos vinhos decorreu nas caves da Kopke em Gaia, paredes meias com o novo hotel / museu Tivoli Kopke Porto Gaia e sobre o qual já tivémos a oportunidade de escrever aqui.

Tchim, tchim!

+ Kopke

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