O Solar Bragançano vem ao Terraço / Tivoli Lisboa

A cozinha de Trás-os-Montes sobe ao topo do Hotel Tivoli Lisboa, para dar a conhecer os sabores de uma gastronomia ímpar do nosso país, no âmbito do projeto “Portugal de norte a sul”. De 28 de janeiro a 8 de fevereiro.

Perdiz com esparregado de nabiças e ninhos de batata palha

Depois da Casa Inês, do Porto, do Tomba Lombos, do Alentejo, e de Noélia e Jerónimo, do Algarve, chega a vez do Solar Bragançano. Assim, e ao longo de uma semana e meia, o Terraço recebe um dos mais emblemáticos restaurantes de Bragança, de portas abertas há quase três décadas num antigo solar do século XVIII, pelas mãos de António Desidério e Ana Maria, que prometem trazer os produtos e os pratos típicos da região de Trás-os-Montes para Lisboa.

Na carta regem os sabores autóctones de uma cozinha sublimada pelos enchidos de porco protagonizados pela chouriça de carne, pelo salpicão e pela alheira, os três de Vinhais e de Dominação de Origem Protegida, sem esquecer o presunto de Bísaro nem as tradicionais bolinhas de casulas, todos precedidos de azeitonas temperadas, azeite da região e pão de Curopos, uma freguesia do concelho de Vinhais.

Nas entradas, o repasto divide-se entre a canja de pombo-torcaz, muito popular na cozinha transmontana, a sopa de castanhas e as tigelinhas de boletos.

Das águas do mar, o congro faz as honras num ensopado e o bacalhau é apresentado à Solar Bragançano, enquanto que a truta, peixe de rio, é servida com presunto de Bísaro e batata transmontana.

Na lista de pratos de carne, o Solar Bragançano apresenta o naco de vitela Mirandesa acompanhada de batatas de presunto, o javali servido com cuscos de repolgas (uma das muitas espécies de cogumelos), a perdiz com esparregado de nabiças e ninhos de batata palha, e o arroz de lebre.

Pudim abade de Baçal

No fim vêm as sobremesas gulosas, que prometem uma escolha difícil entre a abóbora dourada, o pudim abade de Baçal, o toucinho-do-céu, a sopa de cerejas, o leite creme queimado e o bolo de castanhas e nozes. A tábua de queijos transmontanos é outra das opções a ponderar para o final.

A acompanhar estão presentes os vinhos de Trás-os-Montes e do Douro.

Damos por terminado o repasto com as cristas de Trás-os-Montes e as amêndoas de Moncorvo ao lado do café.

Só boas razões para (re)descobrir a cozinha transmontana. •

+ Hotel Tivoli Lisboa

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