Quem diz que uma adega cooperativa não pode fazer grandes vinhos?

A evolução enológica e as preocupações de sustentabilidade ambiental e económica também passam por aqui. É tempo de acabar com alguns preconceitos. Prove e comprove.

Fundada em 1956, em Torres Vedras, por iniciativa de um grupo de viticultores locais, a Adega São Mamede da Ventosa é considerada uma das maiores organizações cooperativas do país com cerca de 500 viticultores associados.

Provenientes de cerca de 2.000 hectares de vinhas, as uvas que dão origem aos vinhos da Adega São Mamede são produzidas sem rega e com recurso à prática da proteção integrada. “Isto significa uma produção mais amiga do ambiente e uma gestão mais racional dos recursos disponíveis, contribuindo para a sua sustentabilidade económica ao longo dos anos”, afirmam os responsáveis da Adega São Mamede da Ventosa.

A proximidade ao mar – as vinhas distam aproximadamente sete quilómetros em linha reta da costa – proporciona à equipa de enologia, constituída pelos enólogos consultores António Ventura e Rafael Neuparth, e João Rodrigues como enólogo residente, a criação de vinhos frescos e elegantes.

A modernização da Adega de São Mamede da Ventosa criou condições para a produção de uma grande diversidade de vinhos, desde grande quantidade a preços muito competitivos até topos de gama, como o Grande Reserva tinto 2019, Vinho Regional Lisboa.

Produzido com uvas selecionadas das castas Touriga Nacional, Syrah e Caladoc, este é o primeiro Grande Reserva da Adega. Estagiou 12 meses em barricas novas de Carvalho Francês e mais de 18 meses em garrafa antes do lançamento.

É um vinho fresco no nariz e na boca. Taninos suaves e equilibrados, com uma boa acidez, que lhe dão estrutura e longevidade. 

Como sugestão, pode acompanhar com pratos de carne grelhada, massas e queijos.

Adega São Mamede da Ventosa Grande Reserva tinto 2019
PVP 21,19€ | 3100 garrafas

Adega São Mamede da Ventosa
© Fotografia: João Pedro Rato

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